Vejo-te ir...parece noite dissimulando nas sombras pequenas restias do nosso dia.
Apraz-me sentir uma uma paz sem defeito, é um ciclo fechado de onde as silhuetas já dormen de cansaço.
Mas, a metade partiu como laranja sem gomos numa acidez fora do tempo, tempo cronometrado por segundos anormais.
Pedir-te que voltes? Não!
Aprisionei o medo das distancias
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16/03/2011
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06/09/2010
PRETÉRITO IMPERFEITO
Entre nós, o atípico estado inebrio, floresta de desejos, abraso de metáforas sinuosas.
Achei que nos víamos nas sondas subaquáticas de mente pérfida, seremos massa cinzenta ou teias sedosas de bicho borboleta em casulo hibernante.
Adorei rever-te após o teu novo TU, nas tuas vestes nuas de impedimentos.
Como faremos para entrelaçar nossos corpos no esvazio da mente, sem o passado que nos suga?
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08/05/2010
Apresentação do Livro - "Da Alma Nada Se Sabe"
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