Até o raiar de mim é a lembrança omnipotente do caos;
Domei as feras e fiquei à espera do troféu azedo da arena;
Sempre que tomo as pílulas da trágica menção do abismo, suplanto a intensidade que degenera nas trompas.
Para quê a ânsia se me deixo prazeirar na intempérie do sétimo céu perdida nas dunas de onde libertas as tuas agonias.
A culpa das minhas suposições é derretida neste chão onde me deleito...[de mala pronta em finito!]
Será porque sou a mulher do homem [ZERO]???
Para elas!!!
Acerca de mim
18/03/2009
PÉRFIDO
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Jorge Vieira Cardoso
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