Limito-me em cada saber que liberta novas de conteúdo dúbio.
Hoje e sempre serão imperecíveis os traços depositados aqui, não fosse o platónico de uma esfera sentada na escarpada da encosta inabitada, destronar o eco do chamamento surdo…tão surdo!
Porém aqui me tens… rebolando de um hemisfério ao outro, na tentativa de apear ao ponto cardinal onde te elevas!
Vejo-te em cada relâmpago como um...
Fado gástrico que entoa numa guitarra com cordas que me lamentam, Enquanto nuvens azuis desertam a minha cor em [Blue] e eu aqui...Tão nu!
fotos (olhares.pt)
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29/05/2009
TÃO NU [aqui me tens!]
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Jorge Vieira Cardoso
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9
carimbos
20/05/2009
Portão da Morte (Auschwitz-Birkenau)
no corredor de aço forjado descem os vagões da mercadoria podre, se a mente descontente não pode falar, porque não falam as ferrugens de uma locomotiva a caminho do purgatório?
não digas nada pá... pára com isso, já que a selvajaria voltará a repetir-se! não fosse a memória da "imaculada" série de que somos matéria, o alzheimer perene!
são seis milhões de pés, há quem diga que são menos, mas aguardo o momento em que a história se compadeça dos passos não passados a caminho do inferno!
será que todos aqueles que seguiram na outra direcção, despojados de cruzes brancas... irão consentir?
parece engraçado o despique pelo raciocínio mais justo, no entanto de que choram os olhos que há tanto são finitos?
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Jorge Vieira Cardoso
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11
carimbos
13/05/2009
LONGÍNQUO
Entre as avenidas do pensamento deixarei o trânsito fluir sem a minha presença para uma limpeza das valetas… da derme!
Vou de ensejo em ensejo à minha procura…
Vou por aí…
Não me estranhem porque serei a ausência de uma estrada… congestionada de fissuras, rampeadas pelas incolores veredas adjacentes ao [EU].
tentarei sorrir...
ATÉ BREVE, [se calhar…]
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Jorge Vieira Cardoso
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