Elas unem-se para o unguento em curso global auferindo os lícitos de um olhar.

No fundo do templo, o altar, era o espaço de um abraço acometido ao pranto erro de um cansaço. Levadiças levantam aço, admissões de aparas em amarras, gradeadas de tudo e de nadas. Relento do vento que acoita o momento no colo uterino seduzindo ao abismo, íman colegial de um tal mal, tão apetecível! Mas, a delonga emboscada sonora o impenetrável impele para o sonho de reserva feudal, bocas soltam-se do beijo quente da paixão tão ardente geminando a sentença fatal, onde perece o nosso mal, sono tão eterno de pé em caixão vertical.

Arrasto imponente da mente que lambe palavras no desespero inconsciente, transmuta o beijo da ofídia serpente em encanto do poeta na sua estafeta sem meta. Testemunho da não passagem ao apagar dos olhos, já que…as mãos são as correntes, elos nos olhos de perfeita…tão perfeita im.perfeição aos molhos.