28/10/2009

MEIO AUSENTE-MEIO PRESENTE, COMO UMA FOLLHA


solidifica-se o dúbio entre a tortura de um achado, panfleto do des-maio sem aspas,
[virtude], não te quero profanada de incenso mortal!




antes a parra que a uva em jardins de alfabetos discordantes!
para que eu... vi-va de palmas faciais...

6 comentários:

Ana Isabel disse...

Muito interessante..

Graça disse...

Querido Jorge,

Nunca ausente... solidifica-se a tua presença na beleza das tuas palavras.

Beijo imenso de carinho [na minha ausência, sempre presente]

Eu sei que vou te amar disse...

Meu lindo, mesmo estando ausente, perdido em emocoes, sentimos a aura que penetra no mais fundo de nos, esta aura que faz parte da riqueza do teu ser!
Um beijo ausente

Andreia disse...

Foi vista... foi sentida. Ficará sempre presente! *

Efigênia Coutinho disse...

antes a parra que a uva em jardins de alfabetos discordantes!
para que eu... vi-va de palmas faciais...
Jorge Vieira Cardoso, GRANDE MOMENTO POÉTICO, LEIO HOJE EM SEU ESPAÇO.

Eu não esqueci um só de todos os meus amigos aqui, e hoje retorno, depois de muito trabalho com o nosso Site, com os 1000 Sonetos, agora poderei estar ao lado de todos , matando as saudades, que se fazem presente ao presente momento,
passa lá no meu cantinho, tem
NATAL
com carinho, Efigênia

isabel mendes ferreira disse...

belíssimo.







como sempre,beijo.

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